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Atualizado em 16/04/2018 13:32

Filiados do PSD entram em rota de colisão após Lira acenar para PSB

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Apesar de o senador Raimundo Lira (PSD) ter acenado para uma possível aliança com João Azevêdo e o PSB nas eleições deste ano, esse não é o desejo de alguns filiados da legenda.

Em entrevista ao programa Correio Manhã, em Campina Grande, nesta segunda-feira (16), a presidente da Câmara, Ivonete Ludgério, que também é filiada ao partido, disse que tanto ela, quanto os correligionários na Câmara e o esposo, o deputado estadual Manoel Ludgério (PSD), desconhecem uma eventual aproximação e rechaçam a tese.

Indagada pelo radialista Valderedo Borba sobre como encarava o fato de setores dentro da sigla defenderem essa reaproximação, Ivonete respondeu.

 Eu não conheço esse setor não. A chapa da oposição só tem um candidato a governador decidido até agora, que é Lucélio, e os prováveis senadores que é Lira do PSD e Cássio que é do PSDB e o vice que eu desejo e eu defendo é a o nome da Doutora Micheline, primeira dama. Nós precisamos nessa chapa ter mulheres e eu defendo o gênero. Ela representa também o nome do nosso prefeito Romero. E eu não conheço dentro do PSD, que tem as figuras de Rômulo, de Manoel Ludgério, Pimentel, João Dantas, eu não ouvi de nenhum expoente desses o desejo de participar de uma chapa com o PSB , disse.

Na semana passada, durante entrevista, o senador Raimundo Lira (PSD) informou que teria carta branca da executiva do partido para figurar em qualquer chapa, inclusive a do grupo do governador Ricardo Coutinho ? o PSB.