Estadual

Atualizado em 08/10/2018 08:29

Posicionamento político afeta relação entre cliente e empresa

legenda da imagem

É ponderoso que o administrador pense duas vezes antes de expor o seu posicionamento político. Pessoa física ou jurídica, tudo está em xeque quando o cliente avalia a sua preferência comercial em concórdia com a predileção política ou social da marca. A capacidade que o sistema político tem de segregar pessoas e grupos devolve a isenção como medida mais conveniente em proteção ao portfólio da marca nas relações com o consumidor.

Televisão, publicidade nas ruas e site institucional são rotas acessíveis para que os compradores acompanhem a realidade das ações das empresas. Entretanto, a fidelização entre consumidor e empresa se estampa mesmo no acompanhamento das redes sociais. O que as marcas têm a dizer através dos sites de relacionamentos gera uma maior relevância na preferência, e credita mais notoriedade no significado dado por quem acolhe as campanhas.

Causas sociais

O posicionamento das firmas em relação a causas sociais parece ser acolhido de forma mais comedida, conforme pesquisa feita Opinion Box, entre o mês de março e abril. 75% dos brasileiros defendem a posição social das corporações. Educação, combate à fome e pobreza, à violência contra a mulher, proteção às crianças, animais e direitos trabalhistas parecem ter voz uníssona, trazendo força às empresas que, aos olhos do consumidor, tem a marca favorita andando de mãos dadas com as suas apreciações. Nessa vertente, o posicionamento público traz muito mais imunidade às instituições.

Marcas e política

A postura política divide opiniões. Pode ser o impulso para um balde de água fria em uma relação fidelizada e, então, duradoura. É o que deixa subentendido o gestor empresarial, Israel Cruz. Um dono de uma empresa ou instituição quando se posiciona de um lado ou de outro, contribuirá para um lado e o negativará para outro, disse Israel.