A compra de votos é uma das práticas mais perversas de uma eleição. Quando alguém oferece dinheiro, emprego, favor, combustível, material de construção ou qualquer vantagem em troca do voto, não está ajudando o eleitor: está tentando transformar um direito de cidadania em mercadoria.
Segundo Veneziano
Quem compra o voto hoje não conquista confiança — compra silêncio e dependência. E quem chega ao poder dessa forma pode começar o mandato devendo explicações não à população, mas aos interesses que financiaram essa velha prática.
O poder do voto livre
“O voto deve ser livre, consciente e secreto. Ninguém deveria precisar vender sua escolha para ter acesso a algo que muitas vezes já deveria ser garantido como direito”, afirma Veneziano.
E prossegue:
“Além de ferir a liberdade do eleitor, a compra de votos é tratada pela legislação brasileira como ilícito eleitoral e pode também configurar crime de corrupção eleitoral”.
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A boa política
Segundo Veneziano, que disputa a reeleição para o Senado, com o número 155, política se faz com propostas, trabalho, respeito e confiança.
Voto se conquista. Voto não se compra.
A chapa
Vené, 155, disputa o Senado na chapa de Cícero, 15, governador e André Gadelha, 151, na outra vaga para o Senado. Este ano, o eleitor pode votar em dois senadores.

